Vandalismo atingiu três estações da Linha 2-Verde; companhia registrou boletim de ocorrência e anunciou a substituição das estruturas danificadas.
Foto: O Globo
Três estações do Metrô de São Paulo foram alvo de pichações, adesivos e danos em estruturas de vidro após uma manifestação em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizada no domingo (11), na Avenida Paulista, na capital paulista.
Segundo informações divulgadas pelo Metrô e publicadas pela imprensa, as estações Brigadeiro, Trianon-Masp e Consolação, da Linha 2-Verde, registraram ocorrências de vandalismo. Os danos foram identificados principalmente nos acessos voltados para a Avenida Paulista, além de áreas internas e de um trem.
De acordo com a companhia, uma vistoria técnica identificou oito placas de vidro danificadas nas coberturas dos acessos às estações. Também foram encontrados pichações e adesivos em paredes, corrimãos de escadas fixas e rolantes e no interior de uma composição.
Limpeza e reparos
As equipes de manutenção iniciaram os trabalhos de limpeza durante a madrugada de segunda-feira (12), com a retirada de adesivos e a remoção das pichações. A Prefeitura de São Paulo também mobilizou equipes para limpar áreas da Avenida Paulista e estruturas atingidas.
O Metrô informou que providenciou a aquisição de novos vidros para substituir as placas danificadas. Segundo a empresa, as estruturas não oferecem risco aos passageiros neste momento, pois possuem películas de proteção que ajudam a impedir que fragmentos se desprendam e atinjam as pessoas.
Investigação
A companhia registrou boletim de ocorrência e informou que disponibilizará às autoridades as imagens das câmeras de monitoramento para auxiliar na identificação dos responsáveis e na apuração dos fatos.
Segundo a Polícia Militar, os episódios de depredação foram registrados durante a dispersão do público, após o encerramento da manifestação. A Polícia Civil deverá analisar as imagens para identificar os envolvidos e apurar as responsabilidades.
Os danos ao patrimônio público e às estruturas utilizadas no transporte coletivo podem gerar custos de reparação e mobilizar equipes que poderiam estar atuando em outras atividades de manutenção do sistema.
Foto: O Globo


