O médico informou que o menino estava com inchaço na testa e perdendo a consciência.

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Na tarde da última terça-feira (8), uma criança de dois anos foi vítima de agressões no povoado de Tebaia, em Lamarão. O caso foi atendido pelo 4º Pelotão de Polícia Militar após conselheiros tutelares denunciarem que o menino havia dado entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com sinais visíveis de violência.
De acordo com o boletim de ocorrência, os conselheiros tutelares relataram que a criança apresentava sinais de agressão e precisou ser levada para a UPA. No local, os policiais encontraram a mãe da criança, o médico responsável pelo atendimento e os conselheiros tutelares. O médico informou que o menino estava com inchaço na testa e, devido à perda de consciência por longos intervalos, seria regulado para um hospital em Feira de Santana.
A mãe da criança acusou o suspeito de ter agredido tanto ela quanto o filho e forneceu o endereço do agressor. Após localizar o suspeito, a vítima decidiu não registrar queixa na Delegacia. Segundo familiares, tanto a mãe quanto o suspeito seriam alcoólatras e não estariam cuidando adequadamente do menino. Diante da situação, a guarnição encaminhou o acusado, os conselheiros tutelares e toda a documentação médica para a Delegacia de Polícia, para que as medidas cabíveis fossem tomadas.



Bom dia Ailton. Nesta matéria consta que esse caso de violência contra uma criança, aconteceu no Povoado da Tebaia. Mas esse fato não é verdade, pois eu enquanto moradora da localidade verifiquei em todas as fontes e não aconteceu nenhum fato dessa procedência lá na localidade. Desta forma a comunidade ficou mal vista, uma vez que associou seu nome a um crime. Por favor da próxima vez que for publicar ou republicar uma reportagem verifique se a fonte é verdadeira. Pois nos da comunidade da Tebaia estamos chocados com chateados com essa matéria.
Olá! boa noite! Então, as matérias policias que publicamos no site, as informações são passadas pela polícia, só publicamos com o boletim de ocorrência divulgado pelo 16 Batalhão de Polícia Militar. Se o caso não existiu como a senhora diz, cabe tentar entrar em contato com a polícia para rever as informações. E a matéria foi publicada em dezenas de sites, não só no Portal Aílton Pimentel.