A polícia não descarta a possibilidade de que a mulher possa ter tido informações sobre a morte da jovem.

Fotos: Reprodução/Redes Sociais
O corpo da jovem Vitória foi encontrado na última quarta-feira (5), nu, degolado e com os cabelos raspados, após uma semana desaparecida.
Dias antes, no dia 1º de março, Edna foi localizada sem vida em uma cachoeira entre Jundiaí e Cajamar, três dias após o desaparecimento de Vitória. Na época, a família da adolescente chegou a ser chamada para reconhecer o corpo da idosa, já que as buscas pela jovem ainda estavam em andamento.
Segundo informações do jornalismo do SBT, Edna apresentava sinais de violência, mas a causa oficial da morte ainda não foi confirmada. A ligação entre os dois casos chamou a atenção dos investigadores. Moradora de Cajamar, Edna teria trabalhado na casa de um dos suspeitos do assassinato de Vitória. Familiares acreditam que ela pode ter sido morta para evitar que revelasse informações importantes, caso tenha testemunhado o sequestro ou reconhecido os envolvidos no crime.
Na noite de segunda-feira (10), a polícia realizou uma perícia na residência de Maicol Antonio Sales dos Santos, único suspeito preso até o momento. A ação foi motivada pelo relato de vizinhos, que afirmaram ter ouvido gritos de uma mulher dentro do imóvel.
Os investigadores acreditam que o crime não foi cometido por uma única pessoa, dada a complexidade da ação. Para a Polícia Civil, há indícios de que os suspeitos se conheciam e tinham algum tipo de vínculo.
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