Café mais caro: seca, câmbio e mercado pressionam preços, dizem economistas

Ana Nobrega
Pavimentação

Preço pode subir até 40% até janeiro, apontam projeções.

Foto: Google Imagens


As principais marcas de café nacionais projetam aumentos significativos nos preços, com reajustes que podem atingir 40% entre o final de 2024 e o início de 2025, de acordo com a Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp).

Esse incremento reflete o aumento do valor do grão no mercado internacional, impulsionado por fatores como seca, defasagem cambial e instabilidade no mercado. A alta deve impactar diretamente os consumidores e o setor alimentício, considerando que o café é um dos produtos mais consumidos no país.

O grupo 3corações, líder no segmento, comunicou aos seus distribuidores que os produtos torrados, moídos e em grãos sofrerão um reajuste de 20% em dezembro, seguido por um novo aumento de 21% a partir de janeiro de 2025. A empresa justifica a alta pelos custos históricos do café, diretamente relacionados aos recentes fenômenos climáticos que afetaram a produção.


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