Advogada suspeita de facilitar contato com líder de facção preso no DF é detida durante Operação Integrada em Serrinha

Ana Nobrega
Pavimentação

Advogada foi presa por envolvimento com organização criminosa após operação integrada entre Polícia Federal e forças de segurança de Serrinha.

Foto: Ilustrativa 

Na tarde desta segunda-feira (21), por volta das 12h47, uma advogada foi presa em Serrinha, no cumprimento de um mandado judicial. A operação, realizada de forma coordenada entre a Polícia Federal e as forças de segurança locais, teve início após uma solicitação enviada via WhatsApp pela Delegacia da Polícia Federal de Juazeiro, no dia anterior.

De acordo com informações do Centro Integrado de Comunicação (CICOM) de Serrinha, o pedido de apoio foi feito às 09h40 do dia 20 de outubro, solicitando auxílio no videomonitoramento para o cumprimento do mandado. Na manhã desta segunda-feira, o coordenador do CICOM acompanhou o caso de perto, mantendo contato direto com a PF. Após buscas no sistema de videomonitoramento, foi possível identificar o veículo alvo e delimitar a área onde a suspeita se encontrava.

Com a localização em mãos, o CICOM acionou equipes da Seção de Inteligência (SOINT) do 16º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e da 15ª Coordenadoria de Polícia do Interior (COORPIN), ambas com a aprovação dos seus respectivos comandantes. A ação foi cuidadosamente coordenada, resultando no cumprimento do mandado de prisão. O alvo foi conduzido à sede da 15ª COORPIN e, posteriormente, encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Feira de Santana.

O mandado foi expedido com base na Lei 12.850, art. 2º, que trata da organização criminosa. A operação destaca a integração das forças de segurança e o papel fundamental do videomonitoramento para o sucesso da ação.

Este é mais um exemplo de como a cooperação entre as instituições pode ser decisiva no combate ao crime organizado, reforçando a importância de parcerias para garantir a segurança pública no município de Serrinha.

Foto: Reprodução/CORREIO

Além da advogada Érica Priscilla da Cruz Vitorino, , a Polícia Federal deteve outras seis pessoas e realizou nove mandatos de busca e apreensão. As investigações revelaram que várias pessoas envolvidas no esquema se passavam por advogados, que consentiam a farsa, para se comunicar por vídeo-chamada com o chefe da organização, preso na Papuda.

Com informações da Superintendência de Telecomunicações da SSP/BA

Matéria atualizada às 11:45 do dia 22/10.

 

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