Temor é que região siga o mesmo destino da Bomba, enquanto proposta de parque aquático e espaço de lazer aguarda apoio político.

Fotos: Reprodução
Os ambientalistas de Serrinha estão preocupados com o crescente número de projetos imobiliários no entorno do Açude Gravatá. Eles temem que a situação possa seguir o mesmo destino da região da Bomba, onde a ocupação desenfreada transformou a área em um espaço degradado ao longo dos anos.
Construído pelo governo federal no início do século passado para combater a seca, o açude recebeu o nome em homenagem ao engenheiro responsável pela obra, Dr. Gravatá. Atualmente, há um movimento para transformar a área ao redor do açude em uma belíssima área de lazer, atendendo a uma carência da cidade por espaços de entretenimento e esporte.
Em 2022, o secretário municipal de Meio Ambiente, Diego Tomaz, apresentou na Câmara Municipal um projeto para a construção do Parque do Gravatá [veja fotos no final da reportagem]. O projeto, que inclui um parque aquático, jardins e espaços para atividades esportivas, poderia se tornar um marco histórico para o município. No entanto, até agora, a iniciativa não saiu do papel, pois nenhum vereador abraçou a ideia.
Os ambientalistas continuam a lutar pela preservação e valorização do Açude Gravatá, acreditando que a criação de uma área de lazer no local beneficiaria toda a comunidade.


Veja fotos do projeto:
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